Terça-feira, 22 de Julho de 2014

Destino

Se vivo, não sei onde moro

Oh, destino, que minh'alma escureces

Sim tenho medo, mas não choro

Chora tu que já me conheces

Agarra-te à vida que eu te adoro

Porque comigo te compadeces

Então chora! Chorar faz bem,

A mente alivia como ninguém!

II

Alma penada posta de lado

Se agora existo, só sobrevivo

À bengala sempre agarrado

Vivi muito, mas já não vivo

A este destino estou amarrado

Coração cansado, apreensivo.

Devia ter feito ficou por fazer,

Tanto defeito, tudo a perder!

III

Perdi os amigos, alguns bem leais

Foram todos em debandada

Vivi a vida depressa demais

Foi-se perdendo na caminhada

Cumpra-se o destino e algo mais

Corria tanto sem andar nada

Tu sê diferente, vai devagarinho

Também chegarás ao fim do caminho.

publicado por Carlos Pereira às 21:49
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