Sábado, 27 de Dezembro de 2014

ditosa arte

Estes artistas que ninguém conhece,

Ninguém sabe quem são é natural,

Destroem um povo que esmorece,

Vendem um povo que já padece,

Na arte do roubo isso é normal!

 

Foram criados sem brincadeiras,

Viveram sozinhos na adolescência,

De bolsos vazios sem algibeiras,

Agora progridem em suas carreiras,

É vê-los inchados, que eloquência.

 

Bancos, Empresas, tudo na mão,

E restos de abutre que ninguém quer,

Levam do cavaco a condecoração,

Licenciados agora todos são,

Na arte da fraude é o que vier.

 

Honestos heróis deste país,

Bocage, Camões e os rendeiros,

Continua haver homens de cariz,

Esta homenagem faço ao Luís,

Enalteço apenas os dois primeiros.

 

Proibido apoderar-se d’um pão,

Repelente ato, total gravidade,

Quando roubares, rouba um milhão,

Isso será sempre uma boa ação,

Impune ficarás, em liberdade!

 

publicado por Carlos Pereira às 18:52
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